segunda-feira, 19 de novembro de 2007

PANORAMA ESPORTIVO

I COPA DE FUTEBOL DE BASE
“JOÃO PITAGORAS DE CARVALHO”


CANARINHOS DE OURO vence líder da chave A

Pela segunda rodada da I Copa de Futebol de Base “João Pitágoras de Carvalho” a equipe de futebol Canarinhos de Ouro venceu a equipe do Rio Brando por 4x2, confirmando o favoritismo; e com 6 pontos é líder da chave e volta aos gramados no próximo dia 24 de novembro. Na primeira partida do dia, a equipe do Madureira (Ouro Fino) venceu a equipe de Águas de Lindóia, SP, por 3x1. Na chave B, a equipe do Pro-Vida (Andradas) venceu a equipe da Albertina por 9x1 e assumiu a primeira colocação da Chave. Na última partida do dia, a equipe do Caco Velho (Pinhal) venceu a equipe da Associação Montessionense por 2x1.


TORNEIO DE VOLEIBOL MASCULINO

Aconteceu nos dias 10 e 11 de novembro p.p., no Ginásio de Esportes “Alderige Grossi”, o Torneio de Voleibol Masculino com participação das cidades de Monte Sião, Espírito Santo do Pinhal, Pouso Alegre, Lambari, Regatas de Campinas e duas equipes de Jacutinga. A primeira fase foi realizada no sábado, com a realização de 12 jogos, onde Jacutinga/Infantil e Espírito Santo do Pinhal classificaram-se para as semi-finais na chave A.
As equipes de Regatas/Campinas e Jacutinga/Adulto classificaram-se na chave B.
No domingo, se enfrentaram Jacutinga/Infantil e Jacutinga/Adulto onde a equipe mais jovem levou vantagem e venceu por 3x1. Na outra partida a equipe de Espírito Santo do Pinhal, SP, venceu a equipe do Regatas/Campinas por 3x0 sets.
No período da tarde, as equipes de Jacutinga/Infantil enfrentou a equipe de Espírito Santo do Pinhal. Os visitantes levaram a melhor e venceram por 3x0, sagrando-se campeões do evento.
Parabéns as equipes participantes e a equipe de Espírito Santo do Pinhal pela conquista. A Sicotel contou o apoio da empresa de água mineral ICOARA.

Memorial do Monsenhor Vieira

Por Antônio Volponi

Dia 15 último – aniversário da Proclamação da República – também aniversário de ordenação do saudoso Monsenhor Vieira, foi inaugurado em nossa cidade o Memorial do Monsenhor Sebastião Carvalho Vieira, junto à livraria paroquial, no largo da igreja matriz. Obra já esperada que após tentativas e desacertos, concretizou-se a bom termo, dentro dos limites e possibilidades materiais e intelectuais. Evento muito necessário para cultivar a presença viva entre nós do querido Monsenhor, e importante relicário das lembranças e recordações de quem tanto foi e fez em benefício da fé, da cultura e da promoção humana e social dos mais necessitados. O corte da fita deu-se na noite do mesmo dia, após a missa solene em louvor à memória do Monsenhor, com grande número de participantes, autoridades e amigos pessoais que aproveitaram a oportunidade para matar a saudade e alimentar tão boas lembranças que consolam os corações saudosos, apesar de ser intensa a sensação de perda, olhando-se os paramentos, livros, âmbulas, terço, óculos, bengala etc.
É fato que o valor de um memorial não está no tamanho do acervo, nem no valor material dos objetos que o constituem, mas tão somente no “congelamento” da presença da pessoa ali guardada. No caso especial do Monsenhor, tudo que foi possível colocar em seu memorial é apenas lembrança material e visível de sua pessoa física, porque o seu grande valor transcende a qualquer coisa material, sua grandeza é de fato invisível, inexprimível.
E para que o Memorial do Monsenhor não seja apenas um museu de coisas inanimadas é necessário que cada um de nós nos espelhemos em suas virtudes e santidade, para que sua memória seja viva, fértil e promissora, para não ser confundida com sentimentalismo piegas e saudosismo derrotista.
E como Monsenhor está vivo em Deus, lá no Céu, nós aqui em baixo houvemos por bem juntar seus pertences, quiçá, impregnados de sua santidade e que nos falem com a voz do silêncio, do caminho que Monsenhor trilhou e deixou para nós suas pegadas...

15 de novembro, Proclamação da República Brasileira

No dia 15 de novembro de 1889, no Rio de Janeiro, foi proclamada a República Brasileira por um grupo de militares. A proclamação aconteceu na praça da Aclamação , hoje praça da República, e teve, como líder, o Marechal Deodoro da Fonseca.Brasil, que instaurou o regime republicano no país, derrubando a Monarquia. Ocorreu dia 15 de novembro de 1889 no Rio de Janeiro, então capital do Império do Brasil, na praça da Aclamação (hoje Praça da República), quando um grupo de militares do Exército brasileiro, liderados pelo comandante Marechal Deodoro da Fonseca, deu um golpe de estado e depôs o imperador D. Pedro II. Instituíu-se então a República, sendo nessa data que o jurista Rui Barbosa assinou o primeiro decreto do novo regime, instituindo um governo provisório.
O governo do Império tinha perdido suas bases econômicas, militares e sociais. Porém, as idéias republicanas não tinham ainda grande penetração popular, mesmo às vésperas da proclamação do novo regime. O povo estava descrente da Monarquia, mas não havia, na época, uma crença generalizada na República, como assinala o historiador Oliveira Viana. Por isso, o movimento de 15 de novembro de 1889 não teve participação popular. O povo assistiu, sem tomar parte, à proclamação da república.
No Rio de Janeiro, os republicanos insistiram com o marechal Deodoro da Fonseca, para que ele chefiasse o movimento revolucionário que substituiria a monarquia pela república. Depois de muita insistência dos revolucionários, Deodoro concordou em liderar o movimento.
O golpe militar que estava previsto para 20 de novembro de 1889, teve de ser antecipado. No dia 14, divulgou-se a notícia (que posteriormente revelou-se falsa) de que era iminente a prisão de Benjamin Constant Botelho de Magalhães e Deodoro da Fonseca. Por isso, na manhã do dia 15 de novembro, Deodoro iniciou o movimento que pôs fim ao regime imperial.
Os revoltosos ocuparam o quartel-general do Rio de Janeiro e depois o Ministério da Guerra. Depuseram o Ministério e prenderam seu presidente, Afonso Celso de Assis Figueiredo, Visconde de Ouro Preto. Na tarde do mesmo dia 15, na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, foi solenemente proclamada a República.
Dom Pedro II, que estava em Petrópolis, retornou ao Rio. Pensando que o objetivo dos revolucionários era apenas substituir o Ministério, o imperador tentou ainda organizar outro, sob a presidência do conselheiro José Antônio Saraiva. No dia seguinte, o major Frederico Sólon Sampaio Ribeiro entregou a Dom Pedro II uma comunicação, cientificando-o da proclamação do novo regime e solicitando sua partida para o estrangeiro.
Os fatores que levaram a derrubada do império:
A classe média (funcionário públicos, profissionais liberais, jornalistas, estudantes, artistas, comerciantes) estava crescendo nos grandes centros urbanos e desejava maior liberdade e maior participação nos assuntos políticos do país. Identificada com os ideais republicanos, esta classe social passou a apoiar o fim do império.
O imperador D. Pedro II não possuía filhos, apenas filhas. O trono seria ocupado, após a sua morte, por sua filha mais velha, princesa Isabel, casada com um francês, o que gerava o receio em parte da população de que o país fosse governado por um estrangeiro.
A crise econômica agravou-se em função das elevadas despesas financeiras geradas pela Guerra da Tríplice Aliança, cobertas por capitais externos. Os empréstimos brasileiros elevaram-se de três milhões de libras esterlinas em 1871 para quase 20 milhões em 1889, o que causou uma inflação da ordem de 1,75% ao ano, no plano interno.
A questão servil impunha-se desde a abolição do tráfico negreiro em 1850, encontrando viva resistência entre as elites agrárias tradicionais do país. Diante das medidas adotadas pelo Império para a gradual extinção do regime escravista, essas elites reivindicavam do Estado indenizações proporcionais ao número de escravos alforriados.
Com a decretação da Lei Áurea (1888), e ao deixar de indenizar esses grandes proprietários rurais, o Império perdeu o seu último pilar de sustentação. Chamados de "republicanos de última hora", os ex-proprietários de escravos aderiram à causa republicana.

Desde o período colonial, a Igreja Católica, enquanto instituição, encontrava-se submetida ao Estado. Isso se manteve após a Independência e significava, entre outras coisas, que nenhuma ordem do Papa poderia vigorar no Brasil sem que fosse previamente aprovada pelo Imperador. Ocorre que, em 1872, Dom Vital e Dom Macedo, bispos de Olinda e Belém do Pará respectivamente, resolveram seguir por conta própria as ordens do Papa Pio IX (não ratificadas pelo Imperador), punindo religiosos ligados à maçonaria. D. Pedro II, influenciado pelos maçons, decidiu intervir na questão, solicitando aos bispos que suspendessem as punições. Estes recusaram-se a obedecer ao imperador, sendo condenados a quatro anos de prisão. Em 1875, graças à intervenção do Duque de Caxias, os bispos receberam o perdão imperial e foram colocados em liberdade. Contudo, no episódio, a imagem do império desgastou-se junto à Igreja.

Na década de 1870 os republicanos adquiriram visibilidade a partir da publicação do Manifesto Republicano (1870), da Convenção de Itu (1873) e da militância dos Clubes Republicanos, que se multiplicaram a partir de então pelos principais centros no país. Fortemente influenciados pelo Positivismo (Benjamin Constant), as suas idéias eram veiculadas pelo periódico A República, em duas correntes principais: os evolucionistas, que admitiam que a proclamação era inevitável, não justificando uma luta armada; e os revolucionistas, que defendiam a possibilidade de que se pegasse em armas para conquistá-la.

As reformas do Gabinete Ouro Preto
O governo imperial, através do Gabinete do Visconde de Ouro Preto, percebendo a difícil situação política em que se encontrava, apresentou, numa última tentativa de salvar o Império, à Câmara dos Deputados um programa de reformas políticas, do qual constavam os seguintes pontos:
A autonomia para as províncias;
A liberdade de voto;
O mandato temporário para os Senadores

O golpe de Estado
As reformas do chamado Gabinete Ouro Preto chegaram tarde demais. No dia 14 de Novembro de 1889, os conspiradores divulgaram o boato de que o governo havia mandado prender o Marechal Deodoro da Fonseca e Benjamin Constant. Dirigiram-se à residência do Marechal Deodoro, que estava doente com dispnéia, e convencem-no a liderar o movimento.
Com esse pretexto, ao amanhecer do dia 15 de Novembro, o Marechal Deodoro saiu de sua residência, atravessou o Campo de Santana e, do outro lado do parque, conclamou os soldados do batalhão ali aquartelado (atual Palácio Duque de Caxias) a se rebelarem contra o governo.
A manifestação prosseguiu com um desfile de tropas pela Rua Direita (atual 1º de Março) até ao Paço Imperial.
No Paço, o presidente do gabinete (primeiro-ministro), Visconde de Ouro Preto, pediu ao comandante do destacamento local, General Floriano Peixoto, que prendesse os amotinados. Floriano recusou-se e deu voz de prisão ao chefe-de-governo.
O Imperador, em Petrópolis, foi informado e decidiu voltar a Corte. Ao saber do golpe, reconheceu a queda do Gabinete e procurou anunciar um novo nome para substituir Ouro Preto. No entanto, como nada fora dito sobre República até então, os republicanos mais exaltados, tendo Benjamin Constant à frente, espalharam o boato de que o Imperador escolheria Gaspar Silveira Martins, inimigo político de Deodoro desde os tempos do Rio Grande do Sul, para ser o novo chefe de governo. Com este engodo, Deodoro foi convencido a aderir à causa republicana. O Imperador foi informado disso e, desiludido, decidiu não oferecer resistência.
À noite, na Câmara Municipal do Município Neutro, José do Patrocínio redigiu a proclamação oficial da República dos Estados Unidos do Brasil, aprovada sem votação. O texto foi para as gráficas de jornais que apoiavam a causa e só no dia seguinte (16 de novembro) anunciou-se ao povo a mudança do regime. O Imperador e a Família Imperial receberam ordem de banimento e foram obrigados a saírem do país.
Vale ressaltar que a Proclamação da República no Brasil foi essencialmente um movimento das elites, sem nenhuma participação popular, tal qual a Independência e o surgimento do Império.

Fonte: wikipedia.com

SÃO LUIS fatura a I COPA RURAL “GERALDO LUCATELLI”

No domingo passado, dia 11, no estádio municipal, aconteceram as finais da I Copa Rural “Geraldo Lucatelli”.
Na disputa pelo terceiro lugar, a equipe do Labegalini venceu o Lucatelli por 2x0.
Na grande decisão, num jogo muito bem disputado, com equipes jovens, o São Luis venceu o Sapucaí nos pênaltis por 5x4, sendo que na partida o resultado foi 1x1.
Ambos os gols da partida, saíram no segundo tempo. Alan fez para o São Luiz, em cobrança de pênalti. Deivid (o melhor da partida) descontou para o Sapucaí, em cobrança de falta.
Com o resultado nos pênaltis (5x4) a equipe de São Luis e sua torcia fez a festa.
A partida foi transmitida pela Equipe 1.010 da Rádio estância de Jacutinga, formada por: Antônio “Lô” Luiz (narração), Marcelo de Paula (comentários) e Maurílio Perugini e Juanito Rodrigues (repórteres).
Parabéns aos organizadores e participantes da I Copa Rural, que homenageou o grande homem, pai de família, jacutinguense e desportista, inesquecível Geraldo Lucatelli.

Semana Nacional do DIA “D” contra a Dengue

De 12 a 23 de novembro do corrente, a Secretaria Municipal de Saúde, através da Equipe de Combate a Dengue, está promovendo Semana Nacional do DIA “D”, envolvendo trabalhos e passeatas com as creches e escolas municipais, escolas estaduais e particulares.
A passeata de encerramento dar-se-á na próxima sexta-feira, dia 23, onde todos os alunos das escolas de Jacutinga sairão pelas ruas tentando conscientizar nossa população sobre a importância do combate ao mosquito da Dengue. A saída será 8 horas da manhã, de frente da Escola Estadual Júlio Brandão.

CÂMARA EM FOCO

Sessão da Câmara em Foco

Fique por dentro de alguns projetos e assuntos discutidos na 17ª reunião ordinária realizada na noite de terça-feira, dia 13.

Reajuste aos servidores do Legislativo
Foi aprovado em 1º turno o Projeto de Lei 037/2007, que dispõe sobre reajuste salarial mensal em 10, 01% aos servidores públicos da Câmara Municipal, ativos e inativos, efetivos e comissionados.

Guarda Mirim em Jacutinga
Através da Representação 052/2007, o Vereador Ronaldo Israel de Vasconcelos (PMDB), solicita que seja encaminhado ao Secretário Municipal de Habitação e Ação Social, José Alex Orrú, que seja implantado em nossa cidade a formação da Guarda Mirim.
Vasconcelos ressaltou tratar-se de um programa sócio-educativo de atendimento qualificado ao adolescente de ambos os sexos, com objetivo de formação profissional, tornando-os mais responsáveis e cidadãos de respeito. Aprovado por unanimidade.

Oradores Inscritos
Fizeram uso da palavra, como oradores inscritos, os vereadores Jorge da Silva (DEM), Luiz Carlos Crivelaro (PT), João Batista Lupinacci (PP) e Homero Luiz Nardini (DEM).

Quadra da Vila Esperança e Jornal da Câmara
O vereador petista Crivelaro enfocou que a construção da quadra esportiva na Vila Esperança tem sido alvo de investigação da Câmara, uma vez que o recurso destinado a sua construção é proveniente de Furnas. Pediu para que o jornal, que segundo ele é pago pela Câmara, deveria colocar as realizações e feitos da Administração Municipal. Pediu para que o Natan, ex-presidente da Associação dos Moradores da Vila Esperança e Bom Conselho, tenha a oportunidade de usar a tribuna da Câmara sobre o caso.
O vereador Panizolo (PCdoB), enfocou que o jornal da Câmara foi licitado e que o Crivelaro deveria falar com o jornalista Salvarani.

Coleta de Lixo, Saúde local, Combustíveis e CPI’s
- O vereador Panizolo fez duras críticas ao atendimento na saúde local, defendeu o ex-prefeito Nenê Pieroni e pediu para que toda vez que um vereador acusar um ex-prefeito deve citar o nome do mesmo. Falou que atual prefeito responde por quatro improbidade administrativa.
- O vereador João B. Lupinacci “Carneirinho” fez defesa ao ex-prefeito Nenê Pieroni, que segundo ele, vem sendo massacrado pela atual administração e disse que esta é o melhor cabo eleitoral do ex-prefeito. Fez comentários sobre o panfleto que foi distribuído pelas ruas da cidade, alegando que o mesmo poderia rejeitar as contas do atual do prefeito. O vereador pepebista criticou o sistema de abastecimento de combustível da Prefeitura. Falou que a situação tem paixão por Jacutinga.
- O vereador Homero Nardini (DEM) fez duras críticas sobre o sistema de abastecimento da Prefeitura e falou do andamento das CPI’s da Prefeitura, na Casa Legislativa.

“Paixão por Jacutinga”
O petista Crivelaro respondeu ao vereador “Carneirinho” que tem paixão por Jacutinga e, que, todas as vezes que ele apurou denúncias, ingressou com as mesmas e provou. Informou cumpre à risca o seu papel de legislador e fiscalizador da lei.

“Barrada no Baile”
A vereadora petista Vera Lúcia Perugini Cruz foi para sessão com seu pronunciamento como oradora inscrita e foi informada durante a sessão que seu nome não constava entre os oradores. Ela informou ao presidente da Câmara que havia feito a inscrição com a secretária da Casa Legislativa. O presidente respondeu que o responsável pela inscrição é o secretário da mesa diretora. A vereadora bem que tentou, mas não foi desta vez que ela falou.

Abono aos professores do Fundeb
Foi aprovado em 1º turno o Projeto de Lei Complementar 006/2007, do Poder Executivo, que concede Abono no valor de R$ 800,00 aos professores do Fundeb. O repasse será em dezembro de 2007. O assunto gerou muita discussão, mas foi aprovado em 1º turno.

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

EDITORIAIS

Um brinde a Cultura!

De 14 a 18 de novembro, será realizada em nossa cidade a sexta edição da Semana Cultural, evento que tem como finalidade manter viva a história cultural de nossa estância hidromineral, em seus diversos aspectos. Trata-se de um momento ímpar para contemplarmos e admirarmos os diversos trabalhos culturais desenvolvidos por nossa gente.
O tema desse ano é “Expoentes e Personalidades de nossa História”, que vai resgatar um pouco da história de grandes personalidades de nossa terra, como Monsenhor Vieira, Francisco Fusco (fundador desta Gazeta), Major Oswaldo e tantos outros que deixaram suas marcas enraizadas no desenvolvimento e progresso de nossa cidade.
O interessante da Semana Cultural é que ela envolve alunos escolas municipais, estaduais e particulares de Jacutinga, vários artistas locais (músicos, pintores, atores teatrais, etc) e o público que vibra com cada apresentação.
Evento dessa natureza e qualidade cultural não podem acabar. Infelizmente de 2000 a 2004, o evento não realizado. Mas para a alegria dos amantes da cultura local foi retomado em 2005 e conta com os exaustivos esforços da Associação Cultural de Jacutinga, que não tem deixado a peteca cair.
Com certeza, teremos cinco dias de muita cultura com a realização da VI Semana Cultural. Portanto, nada melhor que um brinde a Cultura!

80 anos de nossa história!
Em razão da realização da VI Semana Cultural, nossa redação foi muito visitada nos últimos dias por professoras e alunos em busca de informações sobre personalidades de nossa terra. Como mantemos em arquivo os 80 anos deste semanário, foi-nos possível colaborara com todos.
Daí a importância de se fazer um trabalho de sério, proporcionando aos nossos munícipes informações precisas para a formação dos mesmos.
Como é sabido por todos, nossa cidade conta com 106 e 80 desses foram registramos pela nossa A Gazeta de Jacutinga, ou melhor, caminhamos para os 81 anos.
Portanto, só nos resta agradecer a confiança que muitos jacutinguenses depositam em nossa trabalho.

Memorial Monsenhor Vieira
Como noticiamos na pág. 03, desta edição, na noite da próxima quinta-feira, dia 15, feriado nacional, será inaugurado um memorial em homenagem ao querido e inesquecível Monsenhor Vieira, que muito fez por nossa terra. Desde já parabenizamos os idealizadores e realizadores de tal projeto. Com certeza, o dia 15, vai ser inesquecível para nossa gente. Na próxima edição traremos melhores detalhes e faremos mais um resgate da vida de Monsenhor Vieira.