O Peso da Terra
Clélia Fonseca de Carvalho
Um dia, pensei:
“E se tudo o que disseram tiver sido mentira? E se não houver, finalmente, vida após a morte? Já imaginaram?
De um instante para o outro a chama da vida se extingue e, como uma vela apagada deixaremos de
Iluminar a escuridão à nossa volta.
Assim, de repente, não mais que de repente (como dizia o poeta) e, como que reagindo ao movimento do dedo no interruptor, ou no botão onde Deus escreveu desligado, chegamos ao fim.
Cessa o movimento do corpo, a memória se apaga e a longa estrada da vida chega ao seu final.
Acabou. Fim.
Não há mais acerto de contas, nem dono do inferno ou senhor do céu.
Não haverá Pedro, nem Satanás para dar as boas-vindas à porta da próxima parada.
Nem céu nem inferno, apenas buraco negro do nada e a matéria se desintegrando, gradualmente, pasto de vermes.
Este é o ponto final. Todo mundo desce aqui.
A partir daqui, só o silêncio, a escuridão, a inércia, nada mais.
Já imaginaram?
Eu, que imaginei e fiz as contas, considero-me no lucro. Se não houver nada além, já terá valido a pena.
E valeu, porque andei descalça sobre a grama molhada, mergulhei no doce das águas de um rio e no sal das ondas do mar. Vi o sol nascer e se pôr, conheceu o amor, gerei crianças perfeitas.
Fui abraçada por mornas manhãs, cantei no chuveiro, recebi afagos do vento e tomei banho de chuva.
Li livros bons e ruins, fiz poesias, conheci pessoas interessantes, torci por um timão, gritei “gol”.
Chorei de alegria e de dor. Gargalhei, sorri. Bebi poemas, sonhei mudar o mundo, e acordei pacificada e nua diante de um imenso deserto.
Não conheci a fome e sempre existiu um cobertor para me proteger do frio e um teto como abrigo às tempestades.
Decifrei, menina ainda, o significado das palavras Lar, Mãe e Saudade.
Fiz amigos, muitos. E inimigos que não enchem uma mão.
Comi pão com mortadela na padaria, colhi fruta madura no pé, deliciei-me com sorvete e pudim numa saudosa sorveteria, brinquei de pique, aprendi a costurar, bordar, pintar e até cantar, Senti o perfume adocicado das flores de um pé de “Dama-da-Noite” que existia na praça, curti muito o Cine Avenida, dancei, desfilei na Sapucaí, fui aluna do Ginásio Santo Antônio, professora por mais de 30 anos, cresci no bairro do matadouro velho, brinquei na rua, sonhei muito em noite de lua, “colhi” frutas na casa do vizinho, peguei “rabeira” em carro de boi, soltei pipa e rodei pião,etc.
Nunca matei nem roubei. Ao longo dos anos tentei vencer a inveja e a mesquinhez. Não sei se consegui. Pequei como todo mundo e medos nunca me assustaram além da conta.
Saí de minha cidadezinha, minha aldeia, corri trechos, visitei outros países, outros mundos que imaginava longínquos demais, paisagens tiradas de páginas impossíveis. Fui e voltei.
Aprendi a me arrepender dos erros e a pedir perdão, uma das tarefas mais difíceis para o ser humano.
Eu sei que ainda tenho muito a melhorar. Mas não perdi a esperança.
Se tudo que disseram durante toda a vida tiver sido mentira, não terei mais perguntas a fazer. Nem queixume. E me darei por satisfeita se tiver conseguido melhorar o produto final, quando chegar a hora de ir desta para lugar nenhum.
“Reduzida à simples matéria, sei que a terra me será leve, muito leve.”
segunda-feira, 7 de abril de 2008
Ciclista jacutinguense é 5º colocado em Araxá, MG
No domingo passado, dia 30/03, o ciclista jacutinguense Diego Luiz de Almeida, participou, em Araxá, Mg, da mais glamourosa de toda a competição no em ciclismo. O Ouro Minas Grande Hotel sede suas instalações para a grande estrutura que é montada para receber atletas de todo o Brasil. Os mais de 850 inscritos puderam pedalar em uma das melhores trilhas do país com um dos mais bonitos visuais de todo o circuito.Em 1999, deu-se a largada para a primeira etapa de uma competição sem maiores pretensões que tomou um rumo muito maior que os próprios organizadores almejavam. Hoje, em seu décimo ano de existência, a antiga Copa Ametur (Associação Mineira de Empresas de Turismo Rural), segue com know-how técnico para assumir o nome de Copa Internacional de MTB, contando já há 4 anos, pontos para o ranking internacional da modalidade esportiva. A primeira etapa desta temporada computou pontos para o ranking mineiro de MTB, ranking brasileiro de cross-country e ranking internacional classe E1. Mas, não foram só estes pontos que alimentaram a vontade dos competidores da Elite. Esteve em jogo a pontuação que servirá para classificar atletas para as Olimpíadas de Pequim.
O atleta Diego Luiz de Almeida terminou a prova em 5º lugar. "Foi um resultado muito importante, porque o nível estava muito alto, devido a seletivas para Pequim, agora é treinar mais para melhorar o resultado na próxima etapa", ressaltou, Diego, que conta com o seguinte patrocínio: Dois Corações / Modelan / Júlia Tricot/ Academia Movimento / Nutricionsita keila Detoni/ Fisioterapeuta Fernando Gabriot / Sicotel.
O atleta Diego Luiz de Almeida terminou a prova em 5º lugar. "Foi um resultado muito importante, porque o nível estava muito alto, devido a seletivas para Pequim, agora é treinar mais para melhorar o resultado na próxima etapa", ressaltou, Diego, que conta com o seguinte patrocínio: Dois Corações / Modelan / Júlia Tricot/ Academia Movimento / Nutricionsita keila Detoni/ Fisioterapeuta Fernando Gabriot / Sicotel.
BRASIL URGENTE
Duas Caras
Caros brasileiros, sejam bem vindos à campanha eleitoral... de 2010.O tempo de campanha para as eleições municipais sequer se iniciouoficialmente, apesar dos candidatos já se movimentarem neste sentido, e jáse iniciou a campanha de 2010. Primeiramente porque os atores de nossa vida pública sabem que a eleição de 2010 depende da base feita em 2008,principalmente para os deputados estaduais e federais. E em segundo lugarporque o governo federal e as oposições estão num duro jogo de gato e rato.O governo, com os cofres cheios, a liberar obras as mais diversas e afestejar país afora o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), agoracom pai e mãe definidos. As oposições, se fazem algo para cumprir seupapel de fiscalização, já são denunciadas como proteladoras do crescimentodo país, torcedoras da derrota do governo, que na analise governista é omesmo que torcer contra o país. Quem está certo neste jogo? Qual o “lado” correto? Ou será que comoestá na moda trazida pela novela das oito, tudo tem “duas caras”? Nãoserei eu a responder esta pergunta, mas me parece que quem observar asituação com cuidado ficará com a segunda opção. Alardear obras e esconder defeitos não é o que está fazendo ogoverno? Primeiramente propagandeando o que ainda não fez, como é o caso dagrande maioria das obras do PAC, e depois se negando a dar qualquerexplicação sobre as despesas pagas com nosso dinheiro e garantidoras demordomias mil pelo Brasil afora. Não somos contra não, achamos que agentes públicos tem que ser remunerados de forma decente, mas às claras. Já dissemos muitas vezes neste espaço que aqueles políticos que fazemdemagogia com seu salários é porque não têm seriedade no trato da coisapública. E a oposição? Apontar falhas do governo é um dever, agora fazê-lo com a intenção de tão somente atrapalhar a administração é um erro. Votarcontra projetos de interesse do povo, ou colocar empecilhos mínimos quepossam inviabilizá-los não é papel de uma oposição decente. O que pode interessar ao brasileiro se Lula faz churrascos e FernandoHenrique gostava de comida francesa e bons vinhos? O que não se pode deixar de fazer é mostrar de forma clara que o povoestá pagando isso, por mais desgaste que possa trazer, sem demagogias. Mas uma vez oposição e governo mostram suas duas caras. Os que ontem impediam a divulgação dos chamados “gastos secretos” da Presidência, são osque hoje pedem sua divulgação. Assim também os que ontem bradavam pela publicidade, hoje argumentam pela necessidade estratégica do segredo. Duascaras, ou uma só, a famosa “cara de pau”? Profissão: Político Muito se fala sobre a necessidade de transformação de nossa vidapolítica para algo mais saudável, algo que realmente faça valer o seusignificado original. E dentre as várias alternativas sugeridas os maisradicais colocam a questão do tempo de permanência na atividade. Paraalguns, a criação do que se convencionou chamar de “político profissional”é um mal. Não se vá chegar ao ponto de proibir que pessoas se candidatem, masnão se pode esquecer que todos devem ter sua profissão, que a política é um serviço passageiro. Aqueles que vivem somente da política ou fazem seus negócios alicerçados nela, tendem a torná-la violenta, sem escrúpulos,medonha. Só se vê hoje em dia as disputas acirradas e campanhas sórdidasonde o que importa não é o bem estar da população, mas a garantia desobrevivência dos candidatos.
Caros brasileiros, sejam bem vindos à campanha eleitoral... de 2010.O tempo de campanha para as eleições municipais sequer se iniciouoficialmente, apesar dos candidatos já se movimentarem neste sentido, e jáse iniciou a campanha de 2010. Primeiramente porque os atores de nossa vida pública sabem que a eleição de 2010 depende da base feita em 2008,principalmente para os deputados estaduais e federais. E em segundo lugarporque o governo federal e as oposições estão num duro jogo de gato e rato.O governo, com os cofres cheios, a liberar obras as mais diversas e afestejar país afora o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), agoracom pai e mãe definidos. As oposições, se fazem algo para cumprir seupapel de fiscalização, já são denunciadas como proteladoras do crescimentodo país, torcedoras da derrota do governo, que na analise governista é omesmo que torcer contra o país. Quem está certo neste jogo? Qual o “lado” correto? Ou será que comoestá na moda trazida pela novela das oito, tudo tem “duas caras”? Nãoserei eu a responder esta pergunta, mas me parece que quem observar asituação com cuidado ficará com a segunda opção. Alardear obras e esconder defeitos não é o que está fazendo ogoverno? Primeiramente propagandeando o que ainda não fez, como é o caso dagrande maioria das obras do PAC, e depois se negando a dar qualquerexplicação sobre as despesas pagas com nosso dinheiro e garantidoras demordomias mil pelo Brasil afora. Não somos contra não, achamos que agentes públicos tem que ser remunerados de forma decente, mas às claras. Já dissemos muitas vezes neste espaço que aqueles políticos que fazemdemagogia com seu salários é porque não têm seriedade no trato da coisapública. E a oposição? Apontar falhas do governo é um dever, agora fazê-lo com a intenção de tão somente atrapalhar a administração é um erro. Votarcontra projetos de interesse do povo, ou colocar empecilhos mínimos quepossam inviabilizá-los não é papel de uma oposição decente. O que pode interessar ao brasileiro se Lula faz churrascos e FernandoHenrique gostava de comida francesa e bons vinhos? O que não se pode deixar de fazer é mostrar de forma clara que o povoestá pagando isso, por mais desgaste que possa trazer, sem demagogias. Mas uma vez oposição e governo mostram suas duas caras. Os que ontem impediam a divulgação dos chamados “gastos secretos” da Presidência, são osque hoje pedem sua divulgação. Assim também os que ontem bradavam pela publicidade, hoje argumentam pela necessidade estratégica do segredo. Duascaras, ou uma só, a famosa “cara de pau”? Profissão: Político Muito se fala sobre a necessidade de transformação de nossa vidapolítica para algo mais saudável, algo que realmente faça valer o seusignificado original. E dentre as várias alternativas sugeridas os maisradicais colocam a questão do tempo de permanência na atividade. Paraalguns, a criação do que se convencionou chamar de “político profissional”é um mal. Não se vá chegar ao ponto de proibir que pessoas se candidatem, masnão se pode esquecer que todos devem ter sua profissão, que a política é um serviço passageiro. Aqueles que vivem somente da política ou fazem seus negócios alicerçados nela, tendem a torná-la violenta, sem escrúpulos,medonha. Só se vê hoje em dia as disputas acirradas e campanhas sórdidasonde o que importa não é o bem estar da população, mas a garantia desobrevivência dos candidatos.
BELEZA PURA - COLÍRIO COLORIDO
Por Antônio Volponi
Movidos pela curiosidade e pela necessidade de somar conhecimentos, visitamos a plantação de roseiras “Rosas de Jacutinga” nas proximidades do Morro da Forquilha, que ao fundo da propriedade faz um belo cenário. Como já era esperado, o espetáculo das flores nos arrebatou, quer pela extensão, quer pela variedade das cores. Atividade delicada, trabalhosa e exigente, cultivar rosas. Trabalho incessante e mão-de-obra especializada para manter aqueles alqueires de terra cobertos de viçosas roseiras com seus milhares de botões protegidos por redinhas de nylon, e livrar as milhares de plantas da formiga saúva e da abelha arapuá: seus ferozes inimigos. Olhando o conjunto e individualmente, torna-se impossível eleger a rosa de cor mais bonita. A branca sempre é delicadeza, pureza, pétalas de leite e açúcar. A vermelha é violência, amor, paixão, sangue. Entre essas duas cores opostas, há a amarela, laranja, rosa, chá, champanhe etc. Diante da beleza ao extremo ficamos sem ação, desarmados e vazios, pois que ela se impõe (imponente) e domina nossos sentimentos. O papa João Paulo II gostava de dizer que a beleza salvará o mundo. Eu pessoalmente prefiro a afirmação de Stendhal: “Há na beleza uma promessa de felicidade”. De fato, quando estamos diante de algo realmente belo ficamos felizes por uns momentos e relutamos para que eles se eternizem. Esse desejo vai de encontro com a afirmação da fé cristã sobre a promessa da “visão beatífica”, isto é, a suprema felicidade pela visão do esplendor divino, prometida aos que fizerem jus, após a morte... Em se tratando de flores, a questão da curta duração atiça nossos sentidos e sentimentos e a fugacidade aumenta o valor e o interesse pela beleza. O efêmero é o tempero do belo. O arco-íris sabe disso... Isto é válido também para crianças e jovens, e haja fotografias para mitigar saudades e suspiros na velhice... Essa “indústria” de rosas é uma das boas coisas que aconteceu para nosso município, ao lado de outras fábricas que aqui estão se instalando, somadas ao cuidado urbanístico, o crescimento e melhoramento dos bairros, o crescimento da população (há milhares de crianças) a elevação da qualidade de vida através dos empregos, coisas que Jacutinga necessitava e que mudaram seu perfil. Quem não a revisita há algum tempo, ficará surpreendido com seu desenvolvimento e embelezamento, ampliação do universo profissional, humano, social, econômico etc. Cada vez mais podemos dizer de boca cheia que “somos jacutinguenses”, orgulhosos de nosso torrão e para quem ainda não sabia, temos rosas para dar e vender...
Movidos pela curiosidade e pela necessidade de somar conhecimentos, visitamos a plantação de roseiras “Rosas de Jacutinga” nas proximidades do Morro da Forquilha, que ao fundo da propriedade faz um belo cenário. Como já era esperado, o espetáculo das flores nos arrebatou, quer pela extensão, quer pela variedade das cores. Atividade delicada, trabalhosa e exigente, cultivar rosas. Trabalho incessante e mão-de-obra especializada para manter aqueles alqueires de terra cobertos de viçosas roseiras com seus milhares de botões protegidos por redinhas de nylon, e livrar as milhares de plantas da formiga saúva e da abelha arapuá: seus ferozes inimigos. Olhando o conjunto e individualmente, torna-se impossível eleger a rosa de cor mais bonita. A branca sempre é delicadeza, pureza, pétalas de leite e açúcar. A vermelha é violência, amor, paixão, sangue. Entre essas duas cores opostas, há a amarela, laranja, rosa, chá, champanhe etc. Diante da beleza ao extremo ficamos sem ação, desarmados e vazios, pois que ela se impõe (imponente) e domina nossos sentimentos. O papa João Paulo II gostava de dizer que a beleza salvará o mundo. Eu pessoalmente prefiro a afirmação de Stendhal: “Há na beleza uma promessa de felicidade”. De fato, quando estamos diante de algo realmente belo ficamos felizes por uns momentos e relutamos para que eles se eternizem. Esse desejo vai de encontro com a afirmação da fé cristã sobre a promessa da “visão beatífica”, isto é, a suprema felicidade pela visão do esplendor divino, prometida aos que fizerem jus, após a morte... Em se tratando de flores, a questão da curta duração atiça nossos sentidos e sentimentos e a fugacidade aumenta o valor e o interesse pela beleza. O efêmero é o tempero do belo. O arco-íris sabe disso... Isto é válido também para crianças e jovens, e haja fotografias para mitigar saudades e suspiros na velhice... Essa “indústria” de rosas é uma das boas coisas que aconteceu para nosso município, ao lado de outras fábricas que aqui estão se instalando, somadas ao cuidado urbanístico, o crescimento e melhoramento dos bairros, o crescimento da população (há milhares de crianças) a elevação da qualidade de vida através dos empregos, coisas que Jacutinga necessitava e que mudaram seu perfil. Quem não a revisita há algum tempo, ficará surpreendido com seu desenvolvimento e embelezamento, ampliação do universo profissional, humano, social, econômico etc. Cada vez mais podemos dizer de boca cheia que “somos jacutinguenses”, orgulhosos de nosso torrão e para quem ainda não sabia, temos rosas para dar e vender...
ACIJA e Prefeitura já trabalham na organização da 31ª FestMalhas
Evento será realizado de 17 de maio a 1º de junho
Nesta semana, nossa reportagem foi na sede da ACIJA, conferir junto aos organizadores da 31ª FestMalhas (Acija e Prefeitura), como está o andamento preparatório para a realização desse evento econômico em nossa cidade e um dos mais importantes do Brasil no ramo têxtil.
Primeiramente, fomos informados de que a feira será realizada no período de 17 de maio a 1º de junho de 2008, na Rua professor Augusto Felipe Wolf, Palácio das Artes e travessa que dá acesso à rua Américo Prado.
A estrutura do evento compreende: A montagem de 60 Stands, Restaurante com comida típica mineira, Spaço Kids (para a criançada fazer a festa), Praça de Alimentação e Tenda de artesanato, além do Spaço Fashion (onde serão realizados desfiles aos sábados, domingos e feriado de Corpus Christi).
A parceria Acija e Prefeitura está na expectativa de que nos dias do evento nossa cidade receba a visita de cerca de 100 mil compradores/turistas.
DIVULGAÇÃO
“A divulgação do evento será de responsabilidade da Prefeitura. Nós, já estamos trabalhando em relação a isso, tanto que em poucos dias, será realizada licitação para definir qual a agência que ficará responsável em divulgar a 31ª FestMalhas em outdoors, rádios, jornais, tv’s. serão gastos R$ 130 mil na divulgação do evento”, falou André Perugini, Secretário da Sicotel.
AÇÕES JÁ CONCRETIZADAS
“Já publicamos um propaganda da 31ª FestMalhas na revista Renoguia (100 mil exemplares entregues nos pedágios) de março/abril; Já na revista de maio/junho, vamos ter meia página de propaganda e uma página interna de reportagem sobre o evento e nossa cidade. Já estamos veiculando nas rádios TransAmérica e Jovem Pan 120 inserções enfatizando que Jacutinga é a capital das Malhas e, ao mesmo tempo, convidando os turistas para virem para cá. Foi feita há dois domingos passados uma reportagem sobre o Circuito das malhas, com ênfase para a 31ª FestMalhas no jornal Correio Popular, de Campinas, SP. A Acija adquiriu um mailing com 20 mil cadastros de compradores (sexo feminino) que tem renda mensal acima de 2 mil reais. E também estamos em contato com políticos da esfera estadual e federal para se fazerem presentes no evento”, falou Rogério Sartori, Presidente da Acija.
“Há de se ressaltar, também, que foi contratada Assessoria de Imprensa da área (Conceptu), que fará todo contato com jornalistas especializados na área, divulgação do evento na mídia, além de atualizar e dar manutenção no site da FestMalhas”, falou José Geraldo dos Santos – coordenador de eventos da ACIJA.
A CIDADE “A Prefeitura além de ser parceria da 31ª FestMalhas, também vai deixar a cidade preparada para a realização do evento. Vamos realizar operações tapa-buracos, pintar os meio-fios das calçadas, colocar placas indicativas, entre outras prioridades estabelecidas”, falou Darci Cardoso – Prefeito Municipal.
Nesta semana, nossa reportagem foi na sede da ACIJA, conferir junto aos organizadores da 31ª FestMalhas (Acija e Prefeitura), como está o andamento preparatório para a realização desse evento econômico em nossa cidade e um dos mais importantes do Brasil no ramo têxtil.
Primeiramente, fomos informados de que a feira será realizada no período de 17 de maio a 1º de junho de 2008, na Rua professor Augusto Felipe Wolf, Palácio das Artes e travessa que dá acesso à rua Américo Prado.
A estrutura do evento compreende: A montagem de 60 Stands, Restaurante com comida típica mineira, Spaço Kids (para a criançada fazer a festa), Praça de Alimentação e Tenda de artesanato, além do Spaço Fashion (onde serão realizados desfiles aos sábados, domingos e feriado de Corpus Christi).
A parceria Acija e Prefeitura está na expectativa de que nos dias do evento nossa cidade receba a visita de cerca de 100 mil compradores/turistas.
DIVULGAÇÃO
“A divulgação do evento será de responsabilidade da Prefeitura. Nós, já estamos trabalhando em relação a isso, tanto que em poucos dias, será realizada licitação para definir qual a agência que ficará responsável em divulgar a 31ª FestMalhas em outdoors, rádios, jornais, tv’s. serão gastos R$ 130 mil na divulgação do evento”, falou André Perugini, Secretário da Sicotel.
AÇÕES JÁ CONCRETIZADAS
“Já publicamos um propaganda da 31ª FestMalhas na revista Renoguia (100 mil exemplares entregues nos pedágios) de março/abril; Já na revista de maio/junho, vamos ter meia página de propaganda e uma página interna de reportagem sobre o evento e nossa cidade. Já estamos veiculando nas rádios TransAmérica e Jovem Pan 120 inserções enfatizando que Jacutinga é a capital das Malhas e, ao mesmo tempo, convidando os turistas para virem para cá. Foi feita há dois domingos passados uma reportagem sobre o Circuito das malhas, com ênfase para a 31ª FestMalhas no jornal Correio Popular, de Campinas, SP. A Acija adquiriu um mailing com 20 mil cadastros de compradores (sexo feminino) que tem renda mensal acima de 2 mil reais. E também estamos em contato com políticos da esfera estadual e federal para se fazerem presentes no evento”, falou Rogério Sartori, Presidente da Acija.
“Há de se ressaltar, também, que foi contratada Assessoria de Imprensa da área (Conceptu), que fará todo contato com jornalistas especializados na área, divulgação do evento na mídia, além de atualizar e dar manutenção no site da FestMalhas”, falou José Geraldo dos Santos – coordenador de eventos da ACIJA.
A CIDADE “A Prefeitura além de ser parceria da 31ª FestMalhas, também vai deixar a cidade preparada para a realização do evento. Vamos realizar operações tapa-buracos, pintar os meio-fios das calçadas, colocar placas indicativas, entre outras prioridades estabelecidas”, falou Darci Cardoso – Prefeito Municipal.
AUTO AJUDA
MUITO BARULHO POR NADA
Um fazendeiro veio até a cidade e perguntou ao proprietário de um restaurante se ele queria ganhar um milhão de rãs.
O proprietário do restaurante ficou assustado e perguntou ao homem onde ele poderia conseguir tantas rãs!
O fazendeiro respondeu,
- Há uma lagoa perto de minha casa que está cheia de rãs - milhões delas. Todas coaxando por toda a noite e estão a ponto de me deixar louco!
Então o proprietário do restaurante e o fazendeiro fizeram um acordo: o fazendeiro entregaria as rãs no restaurante, quinhentas de cada vez pelas semanas seguintes.
Na primeira semana, o fazendeiro retornou ao restaurante parecendo particularmente encabulado, com duas pequenas e mirradas rãs. O proprietário do restaurante perguntou,
- Onde estão todas as rãs?
O fazendeiro respondeu,
- Eu me enganei. Haviam somente estas duas rãs na lagoa. Mas certamente elas faziam muito barulho!
Da próxima vez que você ouvir alguém criticando ou gozando alguém, lembre-se que provavelmente é apenas um par de ruidosas rãs.
Lembre-se também que os problemas parecem sempre muito maiores no escuro.
VISÂO DE MUNDO
Na mitologia grega, um gigante chamado Procusto convidava pessoas para passarem a noite em sua cama de ferro. Mas havia uma armadilha nesta hospitalidade: ele insistia que os visitantes coubessem, com perfeição, na cama. Se eram muito baixos, ele os esticava; se eram altos, cortava suas pernas.
Por mais artificial que isto possa parecer, será que não gastamos um bocado de energia emocional tentando alterar ou "enquadrar" outras pessoas de formas diversas, embora menos drásticas?
Esperamos, com freqüência, que os outros vivam segundo nossos padrões e ideais, ajustando-se aos nossos conceitos de como eles deveriam ser. Ou então, assumimos a responsabilidade de torná-los felizes, bem ajustados e emocionalmente saudáveis.
A verdade é que grande parte dos atritos que existem nos relacionamentos acontecem quando tentamos impor nossa vontade aos outros - quando tentamos administrá-los e controlá-los.
De tempos em tempos, em graus variados, assumimos responsabilidades que não nos pertencem. Tentamos dirigir a vida das outras pessoas, com a intenção de influenciar tudo, desde a dieta até a escolha de roupas, decisões financeiras e profissionais. Tomamos partido e ficamos excessivamente envolvidos, até encontramos ou criamos problemas onde não existem para poder criticar e oferecer conselhos.
É preciso entender que ninguém muda até que deseje fazê-lo, esteja disposto a mudar e pronto, para tomar as atitudes necessárias para efetuar a mudança. E por este motivo que o resultado de nosso "procustianismo" é, contudo, sempre o mesmo. Estamos destinados a fracassar em nossos esforços para controlar ou modificar alguém, não importa o quanto sejam nobres nossas intenções. E estamos destinados a terminar num turbilhão - frustrados, ressentidos e cheios de auto-piedade.
E o que dizer das pessoas que tentamos orientar? Por outro lado, mostramos falta de respeito por seus direitos como indivíduos, privando-as da oportunidade de aprender através de suas próprias escolhas, decisões e erros. Em resumo, nosso relacionamento com aqueles com os quais declaramos nos preocupar profundamente torna-se desarmonioso e forçado.
Permita que os outros vivam sua vida, enquanto vivemos a nossa - viva e deixe viver.
CARLOS TURATO PSICOLOGO
Um fazendeiro veio até a cidade e perguntou ao proprietário de um restaurante se ele queria ganhar um milhão de rãs.
O proprietário do restaurante ficou assustado e perguntou ao homem onde ele poderia conseguir tantas rãs!
O fazendeiro respondeu,
- Há uma lagoa perto de minha casa que está cheia de rãs - milhões delas. Todas coaxando por toda a noite e estão a ponto de me deixar louco!
Então o proprietário do restaurante e o fazendeiro fizeram um acordo: o fazendeiro entregaria as rãs no restaurante, quinhentas de cada vez pelas semanas seguintes.
Na primeira semana, o fazendeiro retornou ao restaurante parecendo particularmente encabulado, com duas pequenas e mirradas rãs. O proprietário do restaurante perguntou,
- Onde estão todas as rãs?
O fazendeiro respondeu,
- Eu me enganei. Haviam somente estas duas rãs na lagoa. Mas certamente elas faziam muito barulho!
Da próxima vez que você ouvir alguém criticando ou gozando alguém, lembre-se que provavelmente é apenas um par de ruidosas rãs.
Lembre-se também que os problemas parecem sempre muito maiores no escuro.
VISÂO DE MUNDO
Na mitologia grega, um gigante chamado Procusto convidava pessoas para passarem a noite em sua cama de ferro. Mas havia uma armadilha nesta hospitalidade: ele insistia que os visitantes coubessem, com perfeição, na cama. Se eram muito baixos, ele os esticava; se eram altos, cortava suas pernas.
Por mais artificial que isto possa parecer, será que não gastamos um bocado de energia emocional tentando alterar ou "enquadrar" outras pessoas de formas diversas, embora menos drásticas?
Esperamos, com freqüência, que os outros vivam segundo nossos padrões e ideais, ajustando-se aos nossos conceitos de como eles deveriam ser. Ou então, assumimos a responsabilidade de torná-los felizes, bem ajustados e emocionalmente saudáveis.
A verdade é que grande parte dos atritos que existem nos relacionamentos acontecem quando tentamos impor nossa vontade aos outros - quando tentamos administrá-los e controlá-los.
De tempos em tempos, em graus variados, assumimos responsabilidades que não nos pertencem. Tentamos dirigir a vida das outras pessoas, com a intenção de influenciar tudo, desde a dieta até a escolha de roupas, decisões financeiras e profissionais. Tomamos partido e ficamos excessivamente envolvidos, até encontramos ou criamos problemas onde não existem para poder criticar e oferecer conselhos.
É preciso entender que ninguém muda até que deseje fazê-lo, esteja disposto a mudar e pronto, para tomar as atitudes necessárias para efetuar a mudança. E por este motivo que o resultado de nosso "procustianismo" é, contudo, sempre o mesmo. Estamos destinados a fracassar em nossos esforços para controlar ou modificar alguém, não importa o quanto sejam nobres nossas intenções. E estamos destinados a terminar num turbilhão - frustrados, ressentidos e cheios de auto-piedade.
E o que dizer das pessoas que tentamos orientar? Por outro lado, mostramos falta de respeito por seus direitos como indivíduos, privando-as da oportunidade de aprender através de suas próprias escolhas, decisões e erros. Em resumo, nosso relacionamento com aqueles com os quais declaramos nos preocupar profundamente torna-se desarmonioso e forçado.
Permita que os outros vivam sua vida, enquanto vivemos a nossa - viva e deixe viver.
CARLOS TURATO PSICOLOGO
segunda-feira, 31 de março de 2008
Soltura de peixes no rio Mogi
Na tarde de quinta-feira p.p., dia 27, ao fundo do sítio do Edson “Taguá”, localizado no bairro Canelão, na presença de alunos das escolas municipais, do Secretário Municipal da Agricultura, Meio Ambiente e Abastecimento Roosevelt Rodrigues e sua equipe, e do Prefeito Municipal Darci Cardoso, a CEMIG, fez a soltura de 8 mil peixes no rio Mogi Guaçu (sendo 5 mil curimbas e 3 mil piranjubas).
E ainda, foram soltos 30 piranjubas em tamanha propício para a pesca, todas identificadas pela CEMIG, para que quem pescar se identifique na empresa para receber um prêmio. O intuito é descobrir a pesagem, o tamanho e a localidade do rio em que o peixe foi pescado.Segundo o secretário Roosevelt, a soltura de peixe no rio Mogi é fruto de uma parceria entre a sua Secretaria e a CEMIG.
E ainda, foram soltos 30 piranjubas em tamanha propício para a pesca, todas identificadas pela CEMIG, para que quem pescar se identifique na empresa para receber um prêmio. O intuito é descobrir a pesagem, o tamanho e a localidade do rio em que o peixe foi pescado.Segundo o secretário Roosevelt, a soltura de peixe no rio Mogi é fruto de uma parceria entre a sua Secretaria e a CEMIG.
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