segunda-feira, 10 de março de 2008

AUTO-AJUDA

ZONA DE CONFRONTO

Intolerância é uma palavra sempre em voga na humanidade. Desde tempos imemoriais que nos destruímos por diferenças culturais, religiosas, ou quaisquer outras, que servem de pretexto para um ataque ao diferente, ao que nos parece errado, ao que nos ameaça, seja real ou fantasicamente. Os políticos apregoam a construtividade do debate, mas o que vemos são contendas por defesas de pontos de vista e mais intensamente, mas oculto, por interesses de poder e financeiros. A suposta positividade da competição dá lugar a golpes baixos para se levar vantagem a qualquer custo. Tolerância ainda é um degrau mais primitivo. Costumamos dizer: -“eu apenas tolero, apenas suporto fulano”. Verdadeira aceitação do outro é a compaixão.

CHUMBO TROCADO DÓI

Há muito tempo, na cidade de Zahlé, ocorreu uma rixa entre um jovem poeta, de nome Fauzi, e um oleiro, chamado Nagib.
Para evitar que o tumulto se agravasse, eles foram levados à presença do juiz do lugarejo.
O juiz, homem íntegro e bondoso, interrogou primeiramente o oleiro, que parecia muito exaltado.
"Disseram-me que você foi agredido? Isso é verdade?"
"Sim, senhor juiz." - confirmou o oleiro - "fui agredido em minha própria casa por este poeta. Eu estava, como de costume, trabalhando em minha oficina, quando ouvi um ruído e a seguir um baque.
Quando fui à janela pude constatar que o poeta Fauzi havia atirado com violência uma pedra, que partiu um dos vasos que estava a secar perto da porta.
Exijo uma indenização!" - gritava o oleiro.
O juiz voltou-se para o poeta e perguntou-lhe serenamente: "Como justifica o seu estranho proceder?"
"Senhor juiz, o caso é simples." - disse o poeta.
"Há três dias eu passava pela frente da casa do oleiro Nagib, quando percebi que ele declamava um dos meus poemas. Notei com tristeza que os versos estavam errados. Meus poemas eram mutilados pelo oleiro.
Aproximei-me dele e ensinei-lhe a declamá-los da forma certa, o que ele fez sem grande dificuldade.
No dia seguinte, passei pelo mesmo lugar e ouvi novamente o oleiro a repetir os mesmos versos de forma errada.
Cheio de paciência tornei a ensinar-lhe a maneira correta e pedi-lhe que não tornasse a deturpá-los.
Hoje, finalmente, eu regressava do trabalho quando, ao passar diante da casa do oleiro, percebi que ele declamava minha poesia estropiando as rimas e mutilando vergonhosamente os versos.
Não me contive. Apanhei uma pedra e parti com ela um de seus vasos.
Como vê, meu comportamento nada mais é do que uma represália pela conduta do oleiro."
Ao ouvir as alegações do poeta, o juiz dirigiu-se ao oleiro e declarou: "que esse caso, Nagib, sirva de lição para o futuro. Procure respeitar as obras alheias a fim de que os outros artistas respeitem as suas.
Se você equivocadamente julgava-se no direito de quebrar o verso do poeta, achou-se também o poeta egoisticamente no direito de quebrar o seu vaso."
E a sentença foi a seguinte: "determino que o oleiro Nagib fabrique um novo vaso de linhas perfeitas e cores harmoniosas, no qual o poeta Fauzi escreverá um de seus lindos versos. Esse vaso será vendido em leilão e a importância obtida pela venda deverá ser dividida em partes iguais entre ambos."
A notícia sobre a forma inesperada como o sábio juiz resolveu a disputa espalhou-se rapidamente.
Foram vendidos muitos vasos feitos por Nagib adornados com os versos do poeta. Em pouco tempo Nagib e Fauzi prosperaram muito. Tornaram-se amigos e cada qual passou a respeitar e a admirar o trabalho do outro.
O oleiro mostrava-se arrebatado ao ouvir os versos do poeta, enquanto o poeta encantava-se com os vasos admiráveis do oleiro.

CARLOS TURATO - PSICÓLOGO

TOMBAMENTO DE CARGA NA MG 290

Ao trafegar pela Rodovia MG 290, na manhã de terça-feira, dia 4, uma carreta que seguia de Valinhos-SP para Belo Horizonte-MG, ao fazer a curva próxima ao Posto da Divisa (próximo a Sapucaí), teve parte da carga transportava tombada, devido ao peso, vindo a cair vários engradados de cerveja sobre a rodovia.
A carga que caiu na rodovia foi saqueada por algumas pessoas que passavam pelo local.
É interessante como, corriqueiramente, acontece tombamento de cargas e acidentes graves naquele local, que merece ao menos uma placa indicativa.

REIKI

Por Vagmar Zanelatto

Definição:
A palavra Reiki é de origem japonesa e resulta da união dos fonemas.
Rei e Ki
Rei significa a força cósmica, a energia universal, a essência energética cósmica que a tudo interpenetra.
Ki é a energia da força vital, sem Ki não há vida.
Quando essas duas energias se encontram, a energia cósmica com a nossa individual, forma-se o Reiki.
Através de sua técnica de utilização, equilibra os sete principais chacras (centro de captação e transformação de energia) distribuídos harmonicamente entre a base da coluna e o ponto mais alto da cabeça.
Concluindo, a aplicação do Reiki é a captação e a utilização da energia cósmica que traz de volta o estado pleno de saúde, harmonia e felicidade como instrumento de transformação e realização.

Principais Benefícios:
1. Resgata a harmonia;
2. Atua nas causas e origens de enfermidades;
3. Diminui a tensão
4. Estimula o relaxamento;
5. Agiliza o processo de cura ou de auto cura;
6. Auxilia no processo de desintoxicação;
7. Libera emoções contidas, bloqueadas ou reprimidas;
8. Propicia equilíbrio das energias do corpo
9. Melhora o nível de criatividade;
10. Recupera o bem estar físico e espiritual;
11. Atua nos níveis fundamentais do ser;
12. Amplifica o nível de consciência;
13. Sensibiliza também minerais, vegetais e animais.

Quem é o ReiKiano?
É aquele que depois de iniciado está habilitado a aplicar o Reiki em todo e qualquer ser vivo.

Quem é você, Mulher?

Quem é você mulher, que tem em
suas mãos o poder de toda a transformação?
Quem é você mulher, que faz de um pequeno lugar, um
ninho de amor e afeição?
Quem é você mulher, que abriga dentro de si o calor, o
afeto, a força do universo e a mansidão do amor?
Quem é você mulher, que é capaz de sorrir, quando sente
vontade de chorar, que é capaz de calar,
quando quer falar, que é capaz de rezar, quando custa a crer?
Quem é você mulher, que acredita no amor, quando à sua volta reina desamor, que é capaz de amar,
quando todos ensinam a odiar, que busca sem trégua a
verdade, num mundo de mil mentiras, que é
capaz de perdoar, quando todos querem condenar?
Quem é você mulher, que afaga, que critica, que repreende,
que educa, que defende, que incentiva,
que corrige e que ensina a orar?
Você repete a verdade, você repete sim à paz, você repete
sim à coragem, ao carinho, à fé, à união e ao amor, porque
você é a verdade, porque você é carinho, é dedicação, é fé, é amor, é coragem,
sobretudo, porque você é mulher!

DIA 8 DE MARÇO – DIA INTERNACIONAL DA MULHER

Mundo da Música

Iniciando esta coluna quinzenal em “A Gazeta de Jacutinga”, enfocamos o trabalho de Inezita Barroso, por três motivos: seu aniversario em 4 de março, aniversário do programa Viola, Minha Viola em 28 de março, e pelo que Inezita representa no mundo da música caipira.
Inezita Barroso, pseudônimo de Ignez Magdalena Aranha de Lima (São Paulo, 4 de março de 1925) é uma cantora, atriz, instrumentista, folclorista, professora e apresentadora de rádio e televisão brasileira, atuando também em shows, discos, cinema e teatro.
Apaixonada pela cultura e, principalmente, pela música brasileira, Inezita começou a cantar e tocar violão e viola desde pequena, com sete anos. Estudiosa, matriculou-se no conservatório e aprendeu piano. Formou-se em biblioteconomia pela USP, antes de se tornar cantora profissional, em 1953.
Com o primeiro disco, vieram também os primeiros sucessos: o clássico samba Ronda, de Paulo Vanzolini e a caipiríssima Moda da Pinga, de Ochelsis Laureano e Raul Torres, que se tornou a mas célebre de suas interpretações.
Ultrapassou a marca de cinqüenta anos de carreira e de oitenta discos gravados, entre 78 rpm, vinil e CDs.
Há vinte e seis anos comanda o programa de música caipira Viola, Minha Viola, pela TV Cultura de São Paulo. Um dos mais tradicionais programas de música caipira na televisão brasileira, o Viola Minha Viola é apresentado desde 28 de março de 1980, todos os domingos, às 9 horas da manhã, com reapresentação aos sábados, às 21 horas pela TV Cultura de São Paulo. Inicialmente, era apresentado por Moraes Sarmento e Nonô Basílio. Em seguida, em parceria de Sarmento com Inezita Barroso. E, nestes últimos anos, após a morte dele, apenas por Inezita.Em 2005, completou 25 anos de transmissão com o lançamento de dois CD's comemorativos, contendo as principais músicas caipiras. No ano de 2006, lamentavelmente, o programa perdeu o grande músico Robertinho do Acordeom, mas, mesmo assim, Inezita seguiu acompanhada por um belo regional. No final deste mês, comemorando seus 28 anos no ar, o programa continua com as tradicionais apresentações.
Apresentou no SBT um programa musical, aos domingos pela manhã que levava seu nome.
Inezita Barroso é reconhecida também como atriz de teatro e cinema. Por onde atuou, ela ganhou prêmios importantes, como o Roquette Pinto, como melhor cantora de rádio; o prêmio Guarani, como melhor cantora em disco, além de ganhar também o prêmio Saci de cinema. Em 2003, foi condecorada pelo governador de São Paulo Geraldo Alckmin com a Medalha Ipiranga, recebendo o título de comendadora da música raiz.Desde a década de 80, Inezita Barroso ainda arranja um espaço na agenda para dar aulas de folclore.
Atualmente, leciona nas faculdades Unifai e Unicapital, onde recentemente recebeu o título de doutora Honoris Causa em Folclore Brasileiro.

Carlos Roberto de Toledo

JACUTINGA AGUARDA ASFALTAMENTO

(TRECHO JACUTINGA / PINHAL)

Recebemos há alguns dias do gabinete do deputado federal GERALDO THADEU (ex-prefeito de Poços de Caldas, portanto, grande conhecedor de nossa realidade e de nossas aspirações...) cópia de correspondência que encaminhou ao R. governador AÉCIO NEVES, solicitando o asfaltamento do trecho que liga a nossa Capital das Malhas a Espírito Santo do Pinhal . Trata-se, é justo salientar, de apelo que, juntamente com o operoso prefeito Darci, fizemos pessoalmente ao ilustre deputado por ocasião de sua estada entre nós, há algumas semanas, quando, na condição de presidente do diretório do PPS em nossa cidade, apresentamos a reivindicação, antigo sonho de nossa gente e de toda a região, condenada ao mais desanimador esquecimento, pelo governo do Estado, que parece lembrar-se de que o sul de Minas existe só em época de eleições. Certos de que com o atuante governador AÉCIO NEVES tão triste realidade poderá e, mais que isso, deverá mudar, esperamos com grande expectativa a ressonância que terá o nosso apelo.
Roosevelt Rodrigues
Secretário Municipal de Agricultura, Abastecimento e Meio Ambiente

GALERIA DOS EX-PRESIDENTES DA CÂMARA DE ALBERTINA é inaugurada

No sábado passado, dia 1º de março (aniversário de Albertina), na Câmara Municipal daquele município, foi inaugurada a Galeria dos ex-presidentes da Casa Legislativa.
A cerimônia contou com a presença de autoridades albertinenses, do Deputado Estadual Dalmo Ribeiro Silva (PSDB), autoridades de Espírito Santo do Pinhal-SP, do vigário Pe. Ivan Paulo, agraciados e familiares dos mesmos.
A cerimônia foi presidida pelo presidente do Legislativo Gustavo José Facanali, e fizeram uso da palavra: vereadores João Paulo, Antônio Marcos e José Ulisses; a prefeita Noemi, Deputado Dalmo e o presidente da Câmara de Espírito Santo do Pinhal, José Gilberto Viola.
Em seguida, foi feito o descerramento da placa e entrega de placa aos homenageados e familiares dos que já faleceram.
Momento forte foi a homenagem feita a Sra. Terezinha Chohfi Sanchez, primeira vereadora de Minas Gerais, que foi ovacionada pelos presentes.
Após a cerimônia, foi servido coquetel.